IEEE Women in Engineering

UNICAMP

IEEE
June 15th, 2016

Bom dia, meninas!
Esta semana está acontecendo a Semana das Minas da Elétrica, na FEEC, Unicamp.
O Wie estará presente na quinta-feira, 02/06, com o Lightning Talk sobre mulheres na ciência. Venha bater um papo com a gente e participar desta semana recheada de discussões! 🙂

Confira mais na página da Semana das Minas e no evento do Facebook:
https://www.facebook.com/SemanadasMinasEE/?fref=ts

Lightning Talk


June 15th, 2016

Olá, meninas!

O dia 08 de março é conhecido mundialmente como o Dia Internacional da Mulher.
Este ano o IEEE Wie Unicamp decidiu realizar um encontro para a celebração deste dia, que representa tantas lutas e vitórias femininas, além de uma recepção calorosa para as alunas de graduação.

As comemorações do dia 8 de março estão mundialmente vinculadas às reivindicações femininas por melhores condições de trabalho, por uma vida mais digna e sociedades mais justas e igualitárias. Essa luta é antiga e contou com a força de inúmeras mulheres que nos vários momentos da história da humanidade resistiram ao machismo e à discriminação.

A história do dia 08 de março nos remete ao auge das manifestações pela redução da jornada de trabalho, no qual 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, dentro de um local em chamas, as tecelãs morreram carbonizadas.

Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.

Por isso, gostaríamos de convidar todas a assistirem ao TED talk “Giving Visibility do Women in Science” e participarem de uma discussão conosco, enquanto saboreamos uma deliciosa sobremesa.

Esperamos todas vocês no dia 08 de março (terça-feira) às 12h30 na Sala da Congregação da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC).

Convide as suas amigas e venha participar deste momento com a gente!

Dia Internacional da Mulher


October 22nd, 2015

O IEEE WIE Unicamp apoia o SIIM/SPS-Unicamp e comemora seu 5° Aniversário com a palestra da Prof.ª Mariane Petraglia. Hoje, 22/10, às 14:00h na sala PE-12, na Faculdade de Engenharia e de Computação (FEEC) da Unicamp.

Esperamos todos vocês!

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October 1st, 2015

No dia 09 de outubro,  o IEEE Wie Unicamp convida todas para a comemoração de seu 5º aniversário.
Venha assistir ao episódio “Irmãs do Sol” da série Cosmos, saborear uma deliciosa sobremesa e bater um papo com a gente!

Contamos com a sua presença!

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August 13th, 2015
Entre os dias 22 e 24 de Agosto, o Comitê Acelera FIESP (CAF) realizará a 4° edição de seu hackathon, um evento para reunir desenvolvedores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para uma maratona de programação, criatividade, inovação e empreendedorismo.
O tema desse ano é Economia Compartilhadas, abrangendo três categorias:
– Consumidor final (incluindo B2C e P2P) – iniciativas voltadas diretamente para o usuário
– Cadeia Produtiva (incluindo B2B) – iniciativas que otimizem os processos produtivos
– Social: iniciativas que tragam avanços sociais, públicos, governamentais ou no terceiro setor
Seguem as informações gerais e links de interesse:
Inscrições (prorrogadas até 18/08, mas haverá seleção da segunda chamada nesse final de semana):
Link para o Último Happy Hour pré-hackathon: https://www.facebook.com/events/1113699065331117/
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June 21st, 2015

Você não pode perder! Venha saborear sobremesas deliciosas e bater um papo com a gente!

Contamos com a sua presença!

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March 16th, 2015

 

 

 

Fórum ‘O Gênero na Política Pública: uma Agenda em Construção’ abre neste ano as discussões  do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM)  acerca da diferença social entre os sexos e a premente necessidade de construção de políticas voltadas a mulher.

Com a participação de especialistas, pesquisadores e gestores públicos  temas variados sobre o desafio de valorização à mulher serão discutidos sob diferentes dimensões. Os Palestrantes apontarão o que em sua visão pode constituir mecanismos e ações para compor o Plano Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres.

O evento acontecerá amanhã, 17/03/2015, das 14h30 às 17h30 no  Salão Vermelho – Paço Municipal Prefeitura Municipal de Campinas, Av. Anchieta, 200, Centro, Campinas/SP – CEP 13015-904.

As inscrições só poderão ser feitas até hoje (16/03/2015), às 22h30.
Confira a programação e faça a sua inscrição na página do evento: inscreva-se!
Mais informações no Blog Conselho dos Direitos da Mulher – Campinas.

Segue o convite abaixo.

 

 

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February 8th, 2015

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               O projeto Android Smart Girls, o principal do grupo IEEE WIE (Women in Engineering) da Unicamp, teve como proposta dar a oportunidade do primeiro contato com o desenvolvimento de tecnologia a alunas de ensino médio da Escola Estadual de Barão Geraldo, Hilton Federici. A ideia do grupo foi aproximá-las da tecnologia através do objeto mais presente na vida dos jovens de hoje em dia: o smartphone. Ao final de um ano de projeto elas teriam que idealizar e programar seus próprios aplicativos para os smartphones e os resultados foram incríveis!

Coordenado pela professora Juliana Freitag Borin, do Instituto de Computação (IC) da Unicamp, o Android Smart Girls consistiu na implementação de um curso voltado ao desenvolvimento de aplicativos (apps) para smartphones. O projeto almeja que meninas do ensino médio considerem as carreiras de ciências exatas, engenharias e, em especial, a computação como opções para seu futuro. O incentivo vale também para as universitárias envolvidas, já que muitas abandonam a profissão escolhida.

A iniciativa consistiu em duas etapas: inicialmente as alunas, que nunca haviam programado ou tinham noções de lógica, tiveram aulas de programação em Android, através da plataforma MIT App Inventor. Em seguida, formaram grupos e passaram a contar diretamente com várias mentoras da área de tecnologia, que também serviram de papel-modelo para as jovens aprendizes. Além das aulas e da criação dos aplicativos, as alunas também tiveram palestras que as orientavam sobre aspectos de mercado e incentivavam o empreendedorismo.

O grupo IEEE WIE Unicamp propôs este projeto em resposta ao edital do MCTI/CNPq/SPM-PR/Petrobras – Meninas e Jovens Fazendo Ciências Exatas, Engenharias e Computação, lançado em outubro de 2013. O projeto teve apoio financeiro da Samsung e a participação de vários voluntários, entre alunos do IC e da Faculdade de Engenharia Elétrica e da Computação (FEEC), pesquisadores, funcionários e profissionais da indústria.

 

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Além de todos os ganhos já citados, a escola teve uma grande mudança. A Samsung reformou e inovou uma grande sala da escola, criando uma nova sala de leitura, biblioteca e um espaço Smart School com recursos audiovisuais que serão utilizados de agora em diante pelos professores e alunos da escola inteira.

Na cerimônia de encerramento, que ocorreu no dia 25 de novembro, as alunas apresentaram formalmente suas criações que participaram de um concurso que contou com uma banca de jurados especial: Vera Bier (CTO de R&D do Brasil da Samsung), Luciene Costa Nascimento (representando Programaê!), Camila Acchuti (do blog Mulheres na Computação e embaixadora do Technovation Challenge) e Jefferson Silva (desenvolvedor Android na Movile).
As três integrantes do grupo vencedor ganharam Phablets Samsung. Além disso, todas as alunas concluintes do projeto receberam certificados e foram presenteadas com um curso oferecido pela MUPI. O projeto vencedor foi o “Querido Cabelo” que facilita o processo de doação de cabelo para a confecção de perucas que são doadas para mulheres que passaram por quimioterapia. Outros dois projetos de destaque foram o “Bravo!” que possibilita que os próprios artistas promovam os seus espetáculos e o “Quero Abrigo” que conecta ONGs e pessoas que querem doar e adotar animais de estimação.

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Os aplicativos ficaram tão bons que foram todos convidados a participar da competição internacional do Technovation Challenge em 2015, cuja final acontece na Califórnia nos Estados Unidos. O melhor aplicativo ganhará U$10,000 de financiamento e suporte para desenvolvimento de seu aplicativo.

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November 3rd, 2014

No último dia 24 de outubro, dentro do contexto do projeto STAR, o IEEE WIE Unicamp ofereceu uma oficina de programação Android mais de 100 alunos do colégio Liceu Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas. A oficina foi um grande sucesso graças à participação fundamental dos voluntários e à grande receptividade do colégio Liceu, que abriu suas portas para esse projeto piloto. Durante as duas horas de oficina os alunas e alunos foram apresentados à plataforma MIT App Inventor e foram guiados na programação de um aplicativo de “Bola de Cristal” para celular. A oficina foi oferecida para todos os alunos e alunas de 9° ano do Ensino Fundamental II. Para as turmas de meninas, além do encorajamento para a exploração de atividades técnicas ou de computação, divulgou-se também oportunidades especiais de competições de aplicativos, como o Technovation Challenge.

Você gostaria de levar essa oficina para a escola que você trabalha ou para a escola de seus filhos?

Entre em contato conosco pelo e-mail: paula.costa@ieee.org

From Projeto STAR, Oficina de Programação Android no Colégio Liceu (Outubro, 2014)

November 1st, 2014

Quando se olha para o século passado, o pensamento comum é de que as mulheres não tinham nenhuma relação com  a ciência, ou de que caso se tinha, seria muito pouca. Porém, um estudo mais detalhado do assunto feito pela historiadora Mariana Moraes de Oliveira Sombrio comprova justamente o contrário.

A participação das mulheres em expedições científicas no Brasil foi muito maior do que era de se esperar, mas encontrar estes registros e analisar os dados não é uma tarefa simples. Mariana Sombrio iniciou seu estudo sobre as mulheres cientistas em sua iniciação científica e agora, no doutorado, a sua tese ajudará a preencher esta lacuna na história feminina na ciência.
Mariana desenvolveu a pesquisa “Em busca pelo campo: ciências, coleções, gênero e outras histórias sobre mulheres viajantes no Brasil em meados do século XX”  sob a orientação da professora Maria Margaret Lopes, junto ao Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT), do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp.

Em sua iniciação científica e em seu mestrado, ela estudou Bertha Lutz, a qual ficou conhecida na história brasileira por sua militância feminista, mas que era também cientista, faceta pouco abordada – ela tinha os diplomas de botânica e de zoóloga, trabalhando com ciências naturais.  Ao pesquisar  a documentação do CFE (Conselho de Fiscalização de Expedições Artísticas e Científicas do Brasil), referente ao período de 1933 a 1968, Mariana Sombrio levantou as fichas de 38 mulheres que solicitaram licenças para expedições, antevendo nesses registros o mote para o seu doutorado: entender as condições, fatores e estratégias com que elas se inseriram nas práticas de campo. “A maioria era de estrangeiras, como americanas do Instituto Smithsonian e da Universidade de Columbia, bem como da Europa, poucas latino-americanas e também brasileiras autônomas (aquelas vinculadas a instituições como Butantan e Manguinhos não precisavam da autorização)”.
Segundo Mariana, as expedicionárias deste período viveram em ambientes majoritariamente masculinos, mas várias delas produziram pesquisas consistentes e estabeleceram relações com a comunidade científica, numa atuação que ia muito além do papel de assistentes, geralmente reservado a elas.

Em sua tese, três cientistas estrangeiras foram destaque e por isso tiveram um capítulo exclusivo dedicado para cada uma. Estas fizeram do Brasil seus campos de pesquisa: Wanda Hanke, austríaca com formação em medicina, direito e filosofia, que decidiu realizar o sonho da etnologia aos 40 anos de idade, estudando indígenas do Brasil, Paraguai, Bolívia e Argentina, até morrer na cidade de Benjamin Constant (AM); a zoóloga americana Doris Cochram, que veio sozinha para estudar sapos, mas com a ajuda preciosa de Bertha Lutz; e Betty Meggers, arqueóloga também americana que, invertendo os papéis, conquistou fama com uma produção que superou a do marido também arqueólogo.

Mariana Sombrio foi destaque no Jornal da Unicamp (Edição 608) e a matéria publicada sobre o seu estudo contém um resumo da trajetória destas três mulheres.

Para saber com mais detalhes o desenvolvimento de sua pesquisa, bem como a história destas três estrangeiras acesse o link da notícia:  As ‘aventureiras’ que desbravaram o país pela ciência.